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“Da Terra da Oportunidade à Terra do Sol nascente”

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“Antigamente, os produtos fabricados no Japão eram conhecidos por sua qualidade inferior. (É  verdade pergunte aos seus professores ou aos seus pais.) Quando os japoneses perceberam que tinham um problema não tentaram melhorar sua imagem entre aspas. Ao invés disso lutaram para melhorar sua tecnologia de fabricação final hoje sabemos muito bem que eles conseguiram.

O que a maioria de nós não sabe é que vários produtos vendidos com sucesso hoje em dia pelos japoneses, foram inventados nos Estados Unidos e fabricados de acordo compadrões determinados por um americano. Em seu próprio país, ele é praticamente desconhecido – um “Santo de casa daqueles que não fazem Milagres.”. Mas, no Japão, é uma celebridade.

Seu nome é W. Edward Domingues. Em livros e artigos pregou durante décadas a“cruzada da qualidade”. Os Japoneses descobriram no em 1950, quando ele esteve lá fazendo uma palestra sobre suas ideias a respeito de controle de qualidade. Um ano mais tarde, o Japão realizou um concurso nacional de melhoria de qualidade. O vencedor receberia o que hoje é chamado de prêmio Demi. É uma das maiores honrarias daquele país.

Determinou 14 pontos para altos administradores que desejam promover a qualidade:

1. Planejar a longo prazo, não para o próximo mês ou próximo ano. 

2. Nunca ser complacente quanto à qualidade de seu produto.

3. Estabelecer um controle estatístico sobre seu processo de produção e exigir que os seus fornecedores façam o mesmo. 

4. Negociar com o menor número possível de fornecedores-os melhores claro.

5. Descobrir se seus problemas se confinam a partes específicas do processo de produção, ou se derivam o processo total.

6. Treinar os empregados para o trabalho que você pede que realizem.

7. Elevar a qualidade de seus supervisores de linha (ver capítulo 12).

8. “Eliminar o medo”.

9. Encorajar os departamentos a trabalharem juntos, ao invés de se concentrarem na diferenciação entre departamentos ou divisões.

10. Não adotar objetivos estritamente numéricos, nem mesmo a fórmula popular de “zero defeito “(ver capítulo 21).

11. Exigir que seus funcionários façam um trabalho de qualidade, e não apenas que figurem nos seus postos de 9 às 17h. 

12. Treinar seus empregados para que compreendam métodos estatísticos.

13. Treinar seus empregados em novas habilidades, à proporção que surja a necessidade.

14. Tornar os altos administradores responsáveis pela implementação desse princípio (ver capítulo oito).

Alguns desses pontos são puro senso; outros irão tornar-se mais claros à medida que você se familiarizar com o material discutido neste livro.”

Fonte: Storner e Fresman (2012, p.6).

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