“Evidentemente a função da Reebok Internacional é produzir para pessoas ativas calçados esportivos para jogging, tênis e ocasionalmente ceder a marca para roupas esportivas. Mas a Reebok que não perdeu de vista seus outros Stakeholders – as pessoas diretas direta ou indiretamente afetadas pelas atividades da empresa. Recentemente, ela assumiu um compromisso ético com um steakholder peculiar – uma organização que está na vanguarda do movimento pelos direitos humanos.
A Reebok financiou – com 10 milhões de dólares – uma uma turnê pelos cino continentes patrocinada pela Anistia Internacional, com a participação de artistas como Sting e Peter Gabriel. “O objetivo deles combina com a filosofia de nossa corporação quanto a direito de as pessoas viverem do jeito que desejam”, explica Joseph La Bonte, o presidente da empresa. A Reebok encorajou os varejistas a participar, estabelecendo um prêmio anual de 10.000 dólares para premiar a expressão do direito à liberdade e comercializando item auxiliares, como camiseta e jaqueta para promover a turnê. O valor total das vendas desses itens foi para a Anistia Internacional.
A Pepsi-Cola Co. eetá contribuindo para a causa. Tanto a Pepsi quanto a Rebook investiram quantias substanciais para apoiar a luta internacional dos direitos humanos, para educar as pessoa quanto à vilência doméstica e para combater o alto índice de evasão nas escolas urbanas.
Recentemente, a empresa farmacêutica G. D. Searle doou a pacientes necessitados 10.000 dólares de um caro remédio contra a hipertensão. A empresa planeja continuar com o programa nos próximos anos, quando irá doar um suprimento ilimitado de sete diferentes medicamentos para tratamento de doenças cardíacas. Um paciente incapaz de que reembolsar um médico ou uma clínica receberá um certificado de que a Searle resgatará a dívida. A Searle acredita que um dos atributos de uma excelente empresa é um “viés de ação” – dando prioridade a fazer alguma coisa em favor da continuidade de seus clientes. Como diz o chairman Sheldon Gilgore: “achamos que dar remédios aos necessitados faz parte do custo dos negócios. Planejamos tornar disponíveis nas mesmas bases todos os nossos medicamentos que introduzimos no mercado.”
Fonte: Storner e Fresman (2012, p.12)

